EUA fazem demonstração de força contra a Coreia do Norte

Na terça-feira, a Coreia do Norte colocou o Japão em estado de alerta ao disparar um míssil de médio alcance que passou sobre o leste do arquipélago que caiu no mar, provocando a condenação internacional.

Pela segunda vez em dois dias, Trump falou por telefone nesta quarta-feira com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, sobre a "cooperação próxima" entre os países para lidar com o lançamento de míssil, informou a Casa Branca, sem dar detalhes.

Para o presidente americano, a Coreia do Norte tem recebido dinheiro de "extorsão" de governos anteriores americanos, sem dar detalhes.

Donald Trump avisou que a resposta para a Coreia do Norte já está 'sobre a mesa', deixando o clima ainda mais tenso. "Conversar não é a solução", tuitou o presidente.

O Conselho de Segurança da ONU, que impôs recentemente uma sétima série de sanções a Pyongyang, condenou "firmemente" o lançamento do míssil norte-coreano.

"Nunca esgotamos as soluções diplomáticas", disse Mattis antes de uma reunião com seu equivalente sul-coreano no Pentágono. "Continuamos trabalhando juntos e o ministro e eu compartilhamos a responsabilidade de garantir a proteção de nossas nações, nossos cidadãos e nossos interesses", garantiu.


A solicitação do aumento vem em meio a crescentes temores sobre a ameaça de mísseis da Coreia do Norte.

Em uma nota publicada ontem, a agência oficial de notícias norte-coreana, a KCNA, cita Kim anunciando "mais exercícios de disparos de mísseis balísticos no futuro, com seu alvo no Pacífico".

Realizadas em território sul-coreano, as manobras contaram com milhares de soldados e se encerraram no mesmo dia.

Pyongyang se opõe às atividades e diz que os exercícios são um ensaio geral de uma invasão a seu território. Em 1998 e em 2009, a Coreia do Norte havia lançado foguetes que sobrevoaram o Japão, mas, em ambas as ocasiões, Pyongyang havia argumentado que se tratava de veículos espaciais.

O Japão pretende aumentar ainda mais o valor do orçamento da pasta da Defesa, alegando que o montante recorde tem como objetivo adicionar interceptores de mísseis e outros equipamentos para defender o país de mais lançamentos de mísseis realizados pela Coreia do Norte.


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