Sigilo da delação de Funaro deve atrasar nova denúncia contra Temer

O pano de fundo da demora está no segredo judicial do acordo de delação do corretor Lúcio Funaro, celebrado com a Procuradoria. Desde então, a PGR vinha trabalhando para arrumar o material, apurou a reportagem. De acordo com Fachin, Janot goza de "independência funcional" para formular acusações.

Após homologação da delação por Fachin, que deve ser concluída na próxima quarta-feira (6), Janot deve encaminhar a denúncia contra Temer por obstrução de Justiça e organização criminosa. "Prêmio igual ou semelhante será dado a um criminoso ainda mais notório e perigoso como Lúcio Funaro?", criticou o presidente.

Fachin tem o poder de decidir sobre o sigilo das informações, mas dele levar o caso ao plenário do STF por causa das citações a Temer.

O que difere essa situação de todas as outras anteriores é que uma denúncia contra o presidente da República precisa ser submetida ao plenário da Câmara. A primeira denúncia acusou Temer de corrupção passiva, mas foi barrada pela Câmara dos Deputados. O governo quer tirar o tema da agenda política do Congresso para acelerar a votação de reformas. Em nota divulgada no sábado (02), ele chama o presidente Michel Temer de "ladrão geral da República" e diz que o peemedebista "envergonha" os brasileiros.

Agora, Fachin fará uma nova análise dos termos do acordo e da legalidade das cláusulas. Ele fez graves críticas ao presidente da república,#Michel Temer, do PMDB.


Funaro apresenta uma versão de como atuou para operar supostos desvios de recursos públicos para beneficiar políticos no Brasil e no exterior.

Em despacho, Moro afirma que Cunha "está à disposição para ser apresentado para o referido interrogatório, devendo ser requisitada a apresentação dele pela Polícia Federal pelo Juízo da 10ª Vara".

A nova acusação do procurador-geral da República vai incluir trechos da colaboração de Funaro, que deve permanecer em sigilo após homologação pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ocorre que o PGR quis aparecer antes de se despedir do cargo como o procurador que denunciou um presidente em exercício e prejudicou a justiça, anistiou criminosos e aumentou a sensação de impunidade. Não há data para isso. Essa "manobra" de JANOT, para POR A NOVA PROCURADORA "DE SAIA JUSTA" é RIDICULA: Se a procuradora não der prosseguimento à "pseudo" denuncia, estará prevaricando, se der prosseguimento, estará se deforntando com seu "nomeador". e pura BRIGA DE COMADRES! Meses depois da bomba dita pelo dono da Friboi, revelando que Temer teria dado o aval para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, ele volta à tona e faz novas revelações.

Em 02 de agosto, a Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia.


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