Forças Armadas devem patrulhar entorno da Rocinha — Pezão

A autorização para a atuação do Exército já foi dada.

- Você tem um doente na UTI.

"Há um doente com fraturas múltiplas e uma hemorragia interna". A cirrose é estrutural e a hemorragia é a urgência.

"De acordo com o ministros, a partir "das 15h, 15h30", os homens estariam se deslocando das suas unidades militares para realizar esse cerco", disse. Traficantes fizeram disparos da área de mata da Rocinha contra policiais que cercavam a comunidade. De acordo com o ministro, o Comando Militar do Leste (CML) - que abrange os estados do Sudeste e tem sede no centro do Rio - tem 30 mil agentes. Apesar disso, até o começo da tarde desta sexta-feira, só serão utilizados 700 homens.

- Respondemos, como sempre, à demanda. Mais cedo, Jungmann, havia informado, em entrevista coletiva, que 700 militares do Exército participariam da ação.


Porém a guerra entre os criminosos não terminou, visto que a disputa pelo comendo do tráfico na favela não se definiu, por meio de colaboradores no rio de Janeiro, obtivemos a informação que o enfrentamento entre os homens de Nem com os soldados do crime de Rogério 157 pode recomeçar a qualquer momento. Ele afirmou que somente nesta sexta foi identificada a necessidade do auxílio das Forças Armadas.

O governador afirmou que as operações conjuntas, em que as forças federais atuam no entorno enquanto as estaduais entram nas favelas, vão continuar acontecendo. Segundo o contra-almirante, não há previsão de as tropas entrarem na favela. Os blindados estão sendo deslocados para a proteção das tropas - garantiu Rossatto.

A nota termina afirmando que o "governador encontra-se no Rio de Janeiro em pleno exercício do cargo".

Segundo a assessoria da Procuradoria Geral da República, Jungmann propôs a criação de uma força-tarefa com integrantes de vários órgãos para lidar com a criminalidade no estado. E quase 2,5 mil alunos da rede municipal de ensino estão sem aula na Rocinha na manhã desta sexta. Houve um intenso tiroteio entre policiais e criminosos. Um ônibus foi queimado.

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse hoje (21) que vai consultar o governo federal sobre a possibilidade de as Forças Armadas fazerem o patrulhamento de vias importantes, como a Linha Amarela e a Linha Vermelha, o que permitiria que policiais militares ficassem liberados para atuar em comunidades.


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