CBF demite Emily Lima do comando da seleção feminina

É voz corrente na CBF e nos bastidores do futebol feminino que somente Vadão terá condições de recuperar o prestígio do selecionado brasileiro, voltando a ser respeitado fora de campo e obtendo resultados positivos nos jogos e nas competições.

Fim da linha: na manhã desta sexta-feira (22), foi anunciado que Emily Lima não é mais treinadora da Seleção Brasileira Feminina. Após derrotas nos últimso jogos, a CBF decidiu dispensar a treinadora, que comandou a equipe por apenas 13 partidas. Um time só vai para a frente unido e infelizmente eu não tinha o respaldo do coordenador técnico.

A contratação da treinadora para dirigir a seleção brasileira feminina de futebol surpreendeu. Já entrei com ele contra mim. "Foram vários negativos, 3 a 0, 4 a 0, mas no caso dele isso nunca importou", afirmou.


Emily iniciou sua trajetória em novembro e obteve sete vitórias em seus primeiros compromissos, mas não conseguiu manter o rendimento do time na sequência do trabalho e acabou caindo. Para a treinadora, Marco Aurélio Cunha seria "os olhos do presidente" e teria rejeição direta pelo seu trabalho na Canarinho. Saio de cabeça erguida, sabendo que toda a comissão técnica trabalhou e fez um trabalho diferente.

Gostaríamos de comunicar ao senhor que foi feita uma reunião com o senhor supervisor Marco Aurélio Cunha no dia 19/09/201 em Newcastle, Austrália, a fim de expressar o sentimento das atletas em relação ao trabalho da comissão técnica da Seleção Brasileira Feminina principal.

O nome mais cotado para assumir a Seleção Brasileira Feminina é, novamente, Oswaldo Alvarez, o Vadão, que, no ano passado, foi substituído justamente por Emily.


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