Terremoto de magnitude 3,4 atinge Coreia do Norte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, trocaram uma série de provocações e ameaças nos últimos dias. Se confirmar um novo teste, a situação pode ficar ainda mais tensa entre as nações.

Segundo o Centro Nacional de Terremotos da China (CENC), o tremor pode ter sido provocado por um teste nuclear realizado pelo regime de Kim por causa da proximidade com a base e pelas características do sismo, que se parecem com o ocorrido em 3 de setembro, quando Pyongyang fez um teste com ogivas atômicas. "A profundidade foi estimada pelos sismólogos em 5 km", afirmou o USGS em um comunicado.

"Não há possibilidade de que isso tenha sido um tremor artificial", afirmou a agência Yonhap citando uma fonte do KMA.

Na Coreia do Norte, foi detectado um sismo de magnitude 3,4 graus.

A China anunciou hoje que vai limitar o abastecimento de petróleo à Coreia do Norte a partir de 01 de outubro, de acordo com as sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU contra Pyongyang.

Os analistas acreditam que o teste nuclear do início de setembro teve uma potência de 250 quilotons, o que é 16 veces mais potente que a bomba que os Estados Unidos usaram para destruir Hiroshima em 1945.

Na quinta, Washington anunciou novas sanções contra empresas e indivíduos que negociarem com a Coreia do Norte, um primeiro passo para medidas punitivas contra companhias chinesas e outros países.

Não houve ainda uma reacção imediata do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Ri Yong Ho, que está neste momento em Nova Iorque onde participa na abertura da Assembleia Geral.


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