'Maluco', Kim Jong-un será testado como nunca, diz Trump

Às vésperas da data em que numerólogos afirmam que será o fim do mundo, o clima entre o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esquentou como nunca antes.

As tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte prosseguem.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou, por seu lado, que a ameaça nuclear está "ao nível mais alto desde a Guerra Fria" e avisou as partes envolvidas na crise da Coreia do Norte que "conversa inflamável pode conduzir a mal-entendidos fatais".

Segundo o ditador norte-coreano, isso confirma que o programa nuclear de Pyongyang está no "caminho correto".

Escoltados por caças, bombardeiros da força aérea norte-americana B-1B Lancer sobrevoaram a costa da Coreia do Norte para exibir poder militar dos EUA.

Moon Jae-in pediu também que as várias nações se juntem ao lote daqueles que concordam com as sanções à Coreia do Norte para que sejam impostas medidas ainda mais duras após novas provocações do regime norte-coreano.


Antes do magnata começar a falar no encontro mundial, Ri Yong-ho, que representa a Coreia do Norte na ONU, se retirou do salão principal.

Washington já pune empresas estrangeiras vinculadas a programas militares norte-coreanos, mas a nova ordem executiva aumenta ainda mais o alcance das sanções, mirando um amplo grupo de indústrias, como têxteis, de pesca, tecnologia e produção.

O discurso do líder norte-coreano na Assembleia da ONU está marcado para este sábado.

"Há um ditado que diz que quando os cães ladram, a caravana passa".

Na sexta-feira (15), Kim Jong-un afirmou que a Coreia do Norte está "perto" de atingir sua meta de poder nuclear completo, apesar das sanções ao seu regime, de acordo com a agência de notícias KCNA. "Eu segura e definitivamente domarei-o mentalmente, perturbado americano senil com fogo", disse Kim sobre Trump.


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