Sismo: Confirmados 286 mortos no México

O chefe da Defesa Civil, Luis Felipe Puente, divulgou uma mensagem na rede social Twitter a informar que 167 destas mortes ocorreram na Cidade do México.

Três dias depois do sismo, o balanço de vítimas mortais situa-se nas 292, das quais 154 na Cidade do México, 73 em Morelos e 45 em Puebla, as localidades mais afectadas.

A mesma fonte disse que 11 alunos foram retirados com vida da escola, onde morreram 19 crianças e seis adultos.

O presidente do México, Henrique Peña Nieto, também se pronunciou e falou que se acredita que ainda possa haver pessoas com vida em pelo menos 10 dos 38 edifícios que estão sendo vasculhados.


O Ministério do Interior do México adianta que o número de desaparecidos supera a centena e que existem mais de dois mil feridos.

O epicentro do sismo, de magnitude 7,1 na escala de Richter, que ocorreu na terça-feira às 13h14 (19h14 em Lisboa), foi registado na fronteira do Estado de Puebla e Morelos (centro), a 51 quilómetros de profundidade, segundo o centro geológico norte-americano (USGS).

O sismo de terça-feira foi registado depois de na semana passada (07 de setembro), um terramoto de magnitude 8,2 - o mais forte desde 1932 -, ter causado 98 mortos no sul do país: 78 em Oaxaca, 16 em Chiapas e quatro em Tabasco. As pessoas juntaram-se perto dos edifícios desmoronados, cobrindo os rostos com as mãos devido ao cheiro a gás, enquanto procuravam informações sobre os seus familiares presos nos escombros e eram avisadas pelas autoridades para não fumarem por causa das fugas de gás.

"Estamos em contacto com as autoridades mexicanas e disponíveis para ajudar", pode ler-se num comunicado da Comissão Europeia.


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