Horário de verão será mantido em 2017, anuncia governo

Após toda polêmica causada pela possibilidade de o hoário de verão ser extinto no País, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou nesta segunda-feira (25) que neste ano a mudança de horário será mantida.

Segundo os relatórios, na última edição do horário de verão, de 16 de outubro de 2016 a 19 de fevereiro de 2017, a economia foi feita de R$ 159,5 milhões, abaixo do ano anterior (2015/2016), quando a economia foi de R$ 162 milhões. A alteração nos relógios se estende até fevereiro de 2018. De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), atualmente os picos de consumo ocorrem no horário entre 14h e 15h, e não mais entre 17h e 20h.

Dados do governo federal apontam que nos últimos 10 anos o horário de verão reduz, em média, de 4,5% da demanda de consumo de energia elétrica em horários de pico - a partir das 18 horas -, o que resulta em uma economia absoluta de 0,5%.

Já está no calendário brasileiro: lá por meados de outubro a ordem é adiantar o relógio em uma hora e esses 60 minutos são devolvidos quatro meses. Como a medida divide a opinião popular, o governo estudava fazer uma enquete nas redes sociais para deliberar sobre o assunto.

Entre os principais motivos que levaram o governo a manter o horário de verão está a escassez de chuva e o baixo nível dos reservatórios de água em hidrelétricas que devem inclusive levar o governo a adotar a bandeira vermelha durante o próximo mês. No caso do patamar dois, esse valor seria maior: R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.


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