Rússia explica porque EUA não vão bombardear Coreia do Norte

O voo acontece num momento em que a comunidade internacional teme um novo teste nuclear da Coreia do Norte, depois de dias de retórica cada vez mais belicosa entre o presidente americano, Donald Trump, e o regime do líder norte-coreano Kim Jong-Un.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um novo decreto migratório contra oito países, cujos cidadãos e autoridades sofrerão restrições para viajar ao território americano a partir de 18 de outubro.

"Esta é o mais ao norte da Zona Desmilitarizada que alguma vez um caça ou bombardeiro dos EUA alguma vez voou no século XXI e sublinha a seriedade com que tomamos o comportamento imprudente" da Coreia do Norte, explicou uma porta-voz do Pentágono, Dana White, que disse ainda que os EUA querem enviar "uma mensagem clara" a Pyongyang.

A carta, cujos destinatários não foram revelados, foi enviada pelo Comité de Assuntos Exteriores da Assembleia Popular Suprema (parlamento) no domingo e condena os comentários "ignorantes" que Trump fez no seu discurso na ONU na semana passada, onde ameaçou "destruir totalmente a Coreia do Norte".

Segundo Lavrov, a atual crise com Pyongyang "só pode ser resolvida com tranquilidade, sugestões e persuasão".

Por outro lado, ocorreu um terremoto de 3,4 graus na Coreia do Norte. Um funcionário do comando das forças americanas no Pacífico, disse, sob anonimato, que "nada indica que se trate de outra cosa que não seja (um tremor) natural".

"Se ele faz eco dos pensamentos do homenzinho do foguete (referindo-se a Kim Jong Un), eles não estarão por aí por muito mais tempo!", twittou Trump na noite do próprio sábado. Ele também chamou Trump de "pessoa mentalmente perturbada sofrendo de megalomania".


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