Fogo da Pampilhosa da Serra com quatro frentes activas

O presidente da Câmara de Pampilhosa da Serra considera, no entanto, que são necessários "mais meios", pois "os bombeiros estão exaustos" e são insuficientes para atacar as frentes ativas e, simultaneamente, fazerem os trabalhos de consolidação, rescaldo e vigilância, para "evitar reacendimentos", sustentou o autarca.

"A situação não está fácil e o fogo está longe de estar controlado", referiu à agência Lusa José Brito, realçando que os bombeiros têm o seu trabalho dificultado pelo vento com alguma intensidade e pelas caraterísticas geográficas da zona, com declives.

O incêndio que deflagrou pelas 23:21 de sexta-feira na localidade de Castanheira, na freguesia de Fajão-Vidual, concelho de Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra, estava pelas 04:30 a ser combatido por 231 elementos, apoiados por 70 meios terrestres.

De acordo com a página da ANPC na internet, pelas 13:15 registavam-se no território do continente um total de 43 incêndios florestais, 18 dos quais em curso (12 em resolução e 13 em conclusão), mobilizando, no seu conjunto, cerca de 1.750 operacionais, apoiados por meio milhar de viaturas e 13 meios aéreos.


Na madrugada de hoje, cerca das 2h00 deflagrou um incêndio na localidade de Veigas, no concelho de Bragança estando a ser combatido por um meio aéreo, 91 operacionais e 25 meios terrestres.

As chamas estão a ser combatidas por 360 operacionais, apoiados por 109 veículos e cinco meios aéreos, três dos quais pesados (dois aviões e um helicóptero), disse ainda à agência Lusa o comandante Pedro Araújo, da ANPC.

Este incêndio, que lavra desde o início da tarde de sábado, já levou à ativação do plano municipal de emergência em Mortágua, e obrigou à retirada de pessoas de algumas habitações daquele concelho e do município de Anadia, por precaução.

Nesta altura há seis grandes fogos no país, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil.


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