Produção industrial em SP cai 1,4% em agosto ante julho, mostra IBGE

Em agosto, por exemplo, o setor registrou crescimento de 4,6% ante o mesmo mês do ano passado, um resultado que ficou acima da média nacional para o período, que foi de 4%. Santa Catarina teve variação nula (0,0%). A produção de Minas Gerais cresceu 7,3%, com altas de 6,6% no rendimento médio e de 0,6% na área de plantio e colheita. Em agosto, aliás, seis dos 14 estados pesquisados pelo IBGE apresentaram recuo, sendo os mais intensos registrados em São Paulo (-1,4%) e no Rio Grande do Sul (-1,4%). O Mato Grosso teve a expansão mais intensa, 15,8%, puxado pelo avanço do setor de produtos alimentícios (carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja e óleo de soja em bruto). A Região Nordeste, com queda de 1,0%, também mostrou taxa negativa no indicador acumulado de janeiro-agosto de 2017. Na contramão, os resultados mais positivos ocorreram no Mato Grosso (15,8%), no Pará (9,3%) e no Paraná (8,8%).

Por outro lado, Bahia (-3,9%) apontou o recuo mais elevado no ano, pressionado, principalmente, pelo comportamento negativo da metalurgia e de derivados do petróleo e biocombustíveis.

Apesar das taxas negativas nas duas bases de comparação, o setor no Estado ainda tem crescimento acumulado de 0,4% nos últimos 12 meses.

As estimativas de setembro, segundo o IBGE, confirmam que o país terá este ano a maior safra de sua história, com produção de cereais, leguminosas e oleaginosas atingindo 242 milhões de toneladas, o que representa alta de 30,3% (equivalente a 56,2 milhões de toneladas) em relação a 2016, quando a safra foi de 185,8 milhões de toneladas. É um desempenho positivo na comparação com agosto do ano passado (6,6%).


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