Dono do PSG alvo da justiça suíça

Os três envolvidos são acusados de As suspeitas são de corrupção privada, fraude, gestão desleal e falsificação de documentos.

O gabinete do procurador-geral suíço informou que a investigação diz respeito a subornos oferecidos ao antigo secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (FIFA) Jerôme Valcke, no sentido de entregar os direitos ao grupo BeIN, propriedade de Al-Khelaifi.

De acordo com a denúncia, "Jérôme Valcke é suspeito de ter aceitado vantagens indevidas em relação à concessão de direitos de mídia em certos países por um empresário no ramo dos direitos esportivos (eles não revelaram o nome do agente) em conexão com as Copas do Mundo de 2018, 2022, 2026 e 2030 e Nasser Al-Khelaífi para as Copas do Mundo de 2026 e 2030".

A Procuradoria Federal Suíça anunciou, nesta quinta-feira, a abertura de processos criminais contra Nasser Al-Khelaifi, presidente do Paris Saint-Germain, por alegados subornos em matéria de direitos televisivos nos Mundiais de futebol de 2026 e 2030. Na quarta-feira, foi ouvido no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), para o qual tinha recorrido.

Valcke foi afastado das suas funções em setembro de 2015, acusado em um processo de revenda de ingressos para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Desde então, o catari tem sido a grande figura da gestão da equipe, que tornou-se hegemônica na França e contratou astros como Ibrahimovic, Thiago Silva, Di María e, no começo desta temporada, trouxe Neymar por € 222 milhões - a negociação mais cara da história do futebol mundial.


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