Carlos Arthur Nuzman renuncia à presidência do COB

O Comitê Olímpico Internacional (COI) segue atento às ações envolvendo o ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman. Preso desde quinta-feira (5), ele já havia se afastado de seu cargo, mas agora renunciou por meio de carta enviada ao COB. O MPF aponta que a compra de votos para a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos em 2009, supostamente intermediada por Nuzman e seu braço-direito Leonardo Gryner, abriu oportunidade à realização de obras públicas que irrigaram um esquema de propinas na administração de Cabral.

Segundo o Ministério Público Federal do Rio, o agora ex-presidente do COB tem 16 barras de ouro de um quilo cada na Suíça. Ele comandará a entidade até o fim do mandato, em 2020. Antes disso, o presidente do COB estava sob custódia temporária de cinco dias.

Venho, pela presente, reiterar os termos de minha correspondência, datada de 6 de outubro de 2017, em especial a minha completa exoneração de qualquer responsabilidade pelos atos a mim injustamente imputados, os quais serão devidamente combatidos pelos meios legais adequados.

A renúncia de Nuzman foi anunciada na última quarta-feira, após o dirigente escrever uma carta da cadeia pedindo o seu afastamento.


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