Vendas no varejo dos EUA sobem em outubro puxadas por automóveis

As vendas dos varejistas online caíram 0,3 por cento, enquanto restaurantes e bares faturaram 0,8% a mais, após alta de 0,1% em setembro. Foi possível observar uma alta de 1,6% em setembro na comparação com o mês imediatamente anterior, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada esta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda no volume de vendas ocorreu após quatro meses de crescimento, período em que houve um ganho acumulado de 2,3%.

O comércio varejista do Rio Grande do Norte emitiu os primeiros sinais de recuperação e registrou aumento no volume de vendas no mês de setembro.

Por região, o melhor resultado em setembro foi do Sudeste, que concentra metade do consumo de móveis do Brasil. A lista de áreas em alta começa com hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com alta de 6,0%. No ano, a queda ficou em 1,1%, assim como recuaram as vendas nos últimos 12 meses em 2,3%. "Portanto, a maior renda disponível e a deflação de alimentos beneficiaram o setor de alimentos, que mostra resultado positivo".

Também cresceram as vendas de artigos de uso pessoal e doméstico (10,8%), tecidos, vestuário e calçados (11,7%), além de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,3%).


Na comparação com setembro de 2016, a comercialização de equipamentos de informática e comunicação continua em queda de 3%. Veículos e partes e peças cresceram 10,8% e material de construção avançou 15,5%. O varejo ampliado registrou avanço de 9,3%, quinta taxa positiva consecutiva nessa comparação. "Apesar do bom resultado dos últimos meses, ainda é cedo para comemorar porque estamos comparando com uma base muito fraca". O levantamento é realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) em parceria com a FX Retail Analytics, especializada em monitoramento e fluxo para o varejo.

As vendas do varejo cresceram 6,4% em setembro, quando comparadas ao resultado do mesmo mês de 2016.

Na comparação com o mesmo mês de 2016, a pesquisa mostrou crescimento 0,36% no fluxo de pessoas nos centros de compras. "A tendência é continuar a alta que marcou o ano de 2017".


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