Seis polícias constituídos arguidos no caso da mulher morta em perseguição

Seis dos sete agentes da PSP envolvidos na morte de uma mulher durante uma perseguição policial foram constituídos arguidos.

A perseguição policial envolveu sete agentes - cinco deles, armados pistolas Glock, dispararam.

A bala que matou uma mulher durante uma perseguição policial, esta madrugada, em Lisboa, vai permitir identificar o agente que disparou.

A vítima mortal seguia num carro semelhante ao que tinha sido usado, momentos antes, no assalto a um multibanco em Almada.

Já nas imediações do Aeroporto Humberto Delgado, refere a nota, "foram efetuados por parte dos suspeitos diversos disparos com arma de fogo contra os agentes da PSP que os perseguiam, ao que estes ripostaram, igualmente recorrendo a arma de fogo".

O caso começou, pelas 3.05 horas, no Pragal, Almada, depois de um furto por explosão de uma caixa multibanco, que deu origem à difusão via rádio das informações disponíveis sobre o crime, que terão chegado às áreas de Setúbal e Lisboa.

Pelas 03:35, na zona da Encarnação, foi detectada por elementos policiais "uma viatura que aparentava corresponder às características da viatura suspeita, cujo condutor desobedeceu à ordem de paragem", segundo o Cometlis. Daqui os suspeitos abriram fogo contra a polícia, que os terá deixado escapar.

"Seguidamente, na 2.ª circular, em Lisboa, no sentido Benfica-Sacavém, foi detetada uma viatura suspeita com as características correspondentes à viatura usada no furto".

O carro onde a mulher seguia no lugar do pendura também não respeitou a ordem das autoridades para parar e terá até tentado atropelas os polícias, indicam alguns relatos dos oficiais. Quando conseguiu deter o condutor, percebeu que não tinha carta de condução. Atingida na zona da cabeça, acabou por morrer no local.


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