Sinai/atentado: Governo português repudiou "hediondo ataque" a mesquita egípcia

As informações são do Portal Uol.

Os atacantes colocaram explosivos artesanais em volta da mesquita e fizeram-nos detonar quando os fiéis saíam da oração de sexta-feira, o dia sagrado dos muçulmanos, disparando em seguida sobre os fiéis que fugiam.

Pelo menos 235 pessoas morreram quando indivíduos alegadamente ligados ao fundamentalismo islâmico explodiram uma bomba e abriram fogo numa mesquita no Sinai, Egipto. Mas os ataques terroristas se concentravam até então a forças de segurança e igrejas cristãs.

Nenhuma facção reivindicou a autoria do atentado até o momento.


O presidente do Egito, Abdul Fattah al-Sisi, se reunirá com autoridades para debater o incidente, de acordo com a emissora Extra News TV. Testemunhas disseram à agência de notícias Reuters, que os terroristas também atiraram contra as ambulâncias que vieram em socorro às vítimas. O braço egípcio do Estado Islâmico regularmente ataca no Sinai e está ativo em al-Arish. Foi decretado luto oficial de três dias no país. "O mundo não pode tolerar o terrorismo, devemos combate-lo militarmente e desacreditar a ideologia do extremismo que forma a base de sua existência" afirmou.

A imprensa local disse que a bomba explodiu no fim das rezas de sexta-feira (24), quando quatro veículos chegaram com homens armados, que começaram a disparar contra a multidão.

O governo brasileiro tomou conhecimento, com grande consternação, do ataque terrorista, ocorrido hoje, contra mesquita em Al-Arish, na província do Sinai, no Egito, que deixou centenas de mortos e feridos.

O balanço das vítimas, que também já conta com mais de 100 feridos, não pára de aumentar.


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