Novo incêndio atinge cobertura do Velódromo do Parque Olímpico do Rio

A Autoridade de Governança do Legado Olímpico, que administra o funcionamento do Velódromo, no Parque Olímpico da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, vai pedir nesta segunda (27) à Polícia Federal que instaure um inquérito para apurar o incêndio que ocorreu na madrugada de domingo (26) e atingiu o telhado do Velódromo do Parque Olímpico, na zona Oeste do Rio, na madrugada deste domingo (26).

O Velódromo não sofreu danos estruturais, segundo a Defesa Civil, que esteve no local para vistoriar o prédio.

O Corpo de Bombeiros foi avisado do incidente às 0h36 e mandou para o Parque Olímpico equipes do Grupamento de Busca e Salvamento da Barra da Tijuca. Até as 9h não havia informações sobre a causa do incêndio.

Em agosto, a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO) fez a contratação, no valor de R$ 204 mil, de uma empresa para realizar o serviço de reparo na estrutura.

Uma das obras mais atrasadas dos Jogos Olímpicos, o Velódromo custou R$ 137,7 milhões, R$ 25 milhões a mais que o esperado pelo governo federal e pela Prefeitura do Rio. Inaugurado com seis meses de atraso, em 26 de julho de 2016, o local foi palco de disputas de ciclismo de pista. "A AGLO já tomou as medidas iniciais para o processo de reparos, inclusive com a limpeza do local", afirmou a AGLO. Não foi necessário interditar o local e administração do Velódromo irá providenciar os reparos necessários.

A cotação do serviço foi feita pela AGLO e aprovada pelo Ministério do Esporte.


Popular

CONNECT