Relator da Previdência condiciona novas mudanças a votos pró-reforma

Segundo ele, os pedidos de mudanças são normais.

O presidente da Câmara havia sido questionada sobre como negociaria os pontos do texto se a Fazenda tem dito que não aceita mais mudanças na proposta. "Há deputados que reconhecem que a reforma da Previdência é boa para o País, mas dizem que é ruim para a eleição", citou Arthur Maia.

A reunião entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, contou com a presença "surpresa" de diversos deputados e lideranças partidárias.


Ao sair do encontro, Segovia disse a jornalistas que conversou com Maia sobre as regras previdenciárias para policiais. "Discutimos, diante da proposta no Congresso Nacional, quais seriam os anseios dos policiais, especialmente da PF. Estamos lutando pelo nosso direito à aposentadoria". Ao ser perguntado se a reforma da Previdência já impactaria a economia em 2018, Meirelles disse que "não é uma questão para 2018 e sim uma perspectiva econômica". "Perder direitos nesse momento seria péssimo", disse Segovia ao abraçar a pauta dos sindicatos. O policial, ao longo de sua carreira, sofre muito. A classe quer uma idade mínima diferencial para as mulheres.

O diretor da Polícia Federal, Fernando Segóvia, defendeu que os policiais não podem perder os direitos que têm hoje. A gente vê policiais mortos em combate, a dificuldade da segurança pública no País. "Estou defendendo os direitos dos policiais, como tempo de aposentadoria, integralidade e paridade, que são direitos fundamentais para o exercício da profissão", finalizou.

No texto da Câmara, policiais civis e federais, homens ou mulheres, já se aposentam mais cedo, com 55 anos. Então a gente está negociando com o Congresso qual vai ser a regra para o policial. "Queremos chegar a um equilíbrio entre a necessidade e o que podemos fazer para ajudar o governo brasileiro neste momento de crise".


Popular

CONNECT