Supremo mantém antigo vice-presidente na prisão — Catalunha

O ex-vice-presidente da Catalunha Oriol Junqueras, o ex-membro do gabinete catalão Joaquim Forn e dois líderes dos grupos civis Assembleia Nacional Catalã (ANC) e Omnium Cultural, que enfrentam acusações de insubordinação, tiveram a fiança negada, afirmou uma fonte judiciária nesta segunda-feira.

Também os dirigentes das duas maiores associações soberanistas da Catalunha, Jórdi Sànchez e Jordi Cuixar, são mantidos sob a mesma pena.

O El País avança que o juiz terá justificado a continuação da medida de coação mais gravosa com o risco, não de fuga, mas de os quatro continuarem a cometer o crime de rebelião conta o Estado.


"Os seus casos estão diretamente ligados a uma explosão de violência que, a repetir-se, não deixam margem para corrigir ou satisfazer aqueles que foram envolvidos nela", considerou o juiz Pablo Llarena.

Outros seis ex-ministros - Raul Romeva, Carles Mundó, Dolors Bassa, Josep Rull, Meritxell Borràs e Jordi Turrul - foram colocados em liberdade. Depois de pagarem e serem libertados terão de comparecer semanalmente no Tribunal Supremo de Justiça da Catalunha ou num outro tribunal da sua conveniência. Estão proibidos de abandonar o país. O juiz Pablo Llarena lembrou que qualquer incumprimento destas condições implica o regresso imediato à prisão. O ex-vice-presidente da Generalitat é o número um da lista da ERC, partido pró independência que está em primeiro lugar das sondagens.

A continuidade em preventiva de Oriol Junqueras significa que este não poderá participar na campanha para as eleições de 21 de dezembro.


Popular

CONNECT