Chester Bennington: autópsia indica consumo de ecstasy e álcool

Agora, foi divulgada a autópsia do músico, que havia a presença de álcool em seu organismo, além de a provável presença de ecstasy, segundo informações do TMZ.

O resultado da autópsia de Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, que morreu em julho, aos 41 anos de idade, foi divulgado esta terça-feira (5). No entanto, de acordo com a USA Today, um teste de espectrômetro de massa, que é usado para encontrar medicamentos específicos e suas quantidades exatas, não conseguiu detectar a droga na amostra de urina, onde os componentes permanecem por um longo período de tempo. Tal como a mulher do cantor, Talinda, já tinha reportado, o mesmo roía as unhas quando estava nervoso.

A companheira do vocalista revelou que ele fazia tratamento há seis meses e que não tomava seus antidepressivos há mais de ano.

No local não havia uma carta de despedida, mas o TMZ também informou que a polícia encontrou uma "aparente biografia" escrita à mão.

Talinda também disse que Chester tinha um histórico de depressão e tentativas de suicídio, sendo que em 2006 saiu de sua casa com uma arma na mão após ingerir diversas bebidas alcoólicas.


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