Mulher é acusada de matar o marido PM com a arma dele

O corpo do soldado da Polícia Militar, Moshe Dayan Simão Kaveski, 28 anos, foi velado em uma capela mortuária, localizada na avenida Central Secundária, no centro da cidade de Matupá (207 quilômetros de Sinop), ontem à noite.

A Polícia Civil autuou, em flagrante, por crime de homicídio qualificado, a mulher dele, de 23 anos. Moshe e a mulher chegavam em casa, no Distrito de União do Norte, quando o crime ocorreu. O casal, momentos antes, teria se encontrado com amigos, ingerido bebida alcoólica e também teria discutido, mas que não ocorreram agressões. Duas pessoas, entre elas a mulher do soldado, foram presas e levadas para a delegacia da Polícia Civil.

A suspeita era casada com a vítima e durante depoimento à Polícia, informou que Moshe e ela, foram abordados por uma pessoa baixa, gorda, vestindo roupas escuras.

Para o delegado Israel Pirangi Santos, houve muita divergência nas versões apresentadas por Deise.

Conforme o delegado, um dos disparos foi encostado e teria ocorrido no momento que a vítima estava agachada, soltando o cachorro da casa. O delegado afirmou que não há sinais de luta corporal, apesar de a suspeita informar que teria ocorrido. Isso leva a crer que o policial foi surpreendido com os disparos. O policial foi morto com tiros na cabeça e na região do tórax. Também há informações de discussão do casal horas antes. Além disso, Moshe estaria embriagado. Deise disse que costumava a fazer disparos com a arma do policial por 'diversão'.

Em relação a um homem que foi conduzido junto com a viúva até a delegacia, não houve elementos para presumir eventual participação dele na morte do policial.

Perícias ainda serão feitas na arma do policial e na mão da mulher, para verificar se existem vestígios de pólvora nela.


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