Diretor do Fluminense é preso em operação policial

O assessor de imprensa da presidência do Fluminense, Artur Mahmoud, e o presidente da torcida organizada Raça Fla, Alesson Galbão de Souza, foram presos na manhã desta segunda-feira, na segunda fase da Operação Limpidus, no Rio.

Também foi preso o chefe da Imply, empresa responsável pela confecção de ingressos, Leandro Schilling. A reportagem além disso não conseguiu contato com a defesa deles.

Esta é a segunda fase da operação deflagrada há duas semanas pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), ao lado do Ministério Público e do Juizado Especial do Torcedor. São nove mandados de prisão a serem cumpridos e até o momento quatro pessoas foram presas. Segundo a DRCI, ele já é considerado foragido.


Foram presos na ocasião três líderes de torcidas organizadas do Fluminense: Manuel de Oliveira Menezes, presidente da Young Flu; Luiz Carlos Torres Júnior, o Fila, vice-presidente da mesma agremiação; e Ricardo Alexandre Alves, o Pará, presidente da Força Flu. No começo do mês, Pedro Abad, presidente do Fluminense, Anderson Simões, então vice presidente de estádios do Botafogo, e Eurico Brandão, o Euriquinho, vice de futebol do Vasco, prestaram depoimento. "Essa é a grande questão: um clube fomenta a violência na medida em que fornece ingresso descumprindo decisão judicial entregando para torcidas organizadas afastadas por motivos de violência, diz Terra".

De acordo com a polícia, os integrantes de torcidas organizadas, mesmo as suspensas de frequentar os estádios, recebiam ingressos com frequência.


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