Bilhete único mensal e integração também terão reajustes em SP

As passagens que hoje custam R$ 3,80 passarão a ser de R$ 4, ou seja, um aumento de 20 centavos, a partir de domingo, 7 de janeiro.

Agora, com o segundo reajuste anunciado neste ano para a integração, a tarifa dos ônibus municipais integrada com os trens do Metrô e da CPTM passará de R$ 6,80 para R$ 6,96.

O que foi confirmado agora é que o bilhete mensal comum passará de R$ 190 para R$ 194,30, e a tarifa integrada subirá de R$ 6,80 para R$ 6,96.

De acordo com a nota conjunta emitida pela prefeitura e o governo do estado, a elevação em 5,26% na tarifa básica está abaixo da inflação acumulada desde o último reajuste, em janeiro de 2016, e é necessária para "adequar a receita ao custo dos sistemas".

"Enquanto o governador e o prefeito se importam somente com o lucro dos seus amigos empresários, a cada vez que a tarifa sobe, aumenta o número de pessoas excluídas do transporte coletivo", destacou o movimento, por meio de nota. Também subiu o valor dos bilhetes diário (de R$ 16 para R$ 20) e mensal (de R$ 230 para R$ 300), acima da inflação.


Uma manifestação contra o aumento já foi convocada pelo Movimento Passe Livre na cidade de São Paulo na segunda semana de janeiro.

Em abril deste ano, porém, já na gestão Doria, houve alta na integração, para quem utiliza conjuntamente metrô, trem e ônibus na capital paulista (de R$ 5,92 para R$ 6,80).

A conta não inclui o ajuste anunciado por Haddad em junho de 2013, de R$ 3 para R$ 3,20, porque ele foi revertido após intensos protestos.

Os subsídios são a verba que o município repassa às empresas de ônibus mensalmente para compensar congelamentos e benefícios dados a parte da população, como idosos, pessoas com deficiência e estudantes.


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