Nova ministra do Trabalho não cumpria leis trabalhistas e foi condenada

A atual ministra do Trabalho, Cristiane Brasil (PTB-RJ), foi condenada em uma ação trabalhista no ano de 2016.

Cristiane Brasil foi indicada para o Ministério do Trabalho por seu pai, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB. Nomeou para o Ministério do Trabalho alguém que tinha um funcionário cuja carteira de trabalho jamais havia sido assinada.

De acordo com informações do TRT, o mérito do caso já foi julgado e a parlamentar só pode recorrer ao TST sobre o valor da indenização. Assim, deveria ter ganho de causa para receber gratificações como férias, aviso prévio e gratificações natalinas.

De acordo com a publicação do portal Em.com, o magistrado Pedro Figueiredo Waib, da área trabalhista, que a condenou em primeira instância, acolhendo a reclamação, manisfestou: "Acolho que o autor trabalhava de segunda a sexta, das 6h30 às 22h, com uma hora de intervalo intrajornada", escreveu o juiz responsável.


Em contrapartida, Cristiane Brasil afirma que o motorista exercia apenas trabalho eventual e que "não era e nem nunca foi seu empregado".

Segundo a sentença, proferida em julho de 2017, e conforme consta no processo, a dívida que seria de R$ 60 mil foi abatida com penhoras (R$ 52 mil à época), porém, até outubro de 2017, a deputada não teria ainda comprovado na íntegra o pagamento integral.

Recebia R$ 1 mil em espécie e outros R$ 3 mil na conta para levar as empregadas da deputada às compras e ficar à disposição da patroa.


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