Zuckerberg revela resolução de 2018. E promete ser importante

- O americano Mark Zuckerberg, considerado um gênio da programação, propôs para 2018 "consertar o Facebook", empresa da qual é fundador e CEO, e proteger os usuários de ataques, abusos e ingerências.

Entre os propósitos de Ano Novo de Zuckerberg na última década estiveram aprender chinês (mandarim), conhecer diariamente uma pessoa fora do entorno do Facebook, ler um livro a cada 15 dias e construir um robô de inteligência artificial para organizar sua casa.

"O mundo sente-se ansioso e dividido, e o Facebook tem muito trabalho para fazer - seja proteger a nossa comunidade do abuso e do ódio, defendermo-nos contra a interferência de Estados, ou assegurar que o tempo no Facebook é tempo bem gasto", escreveu Zuckerberg.

A partilha, na íntegra, que Mark Zuckerberg fez na rede social.

O CEO do Facebook disse que aprenderia mais olhando intensamente nessas questões do que fazendo algo completamente separado. Mas os erros cometidos são muitos, e o criador da rede social assume isso, ao associar as falhas cometidas às atuais políticas de prevenção e o uso indevido das ferramentas disponíveis - o que significa que, embora as intenções sejam boas, na prática a abordagem de casos de material sensível precisa de melhores diretrizes. "Mas, hoje, demasiadas pessoas perderam a fé nessa promessa".


O presidente executivo do Facebook diz que estas questões tocam em várias áreas como a "história, a filosofia política, os media, a governos e, obviamente, tecnologia" e que por isso vai "juntar grupos de peritos nestas áreas" para discutir e ajudá-lo a avançar com este objetivo. "Muitos de nós entrámos no mundo da tecnologia porque acreditamos que pode ser uma força descentralizadora que põe mais poder nas mãos das pessoas", escreveu.

Zuckerberg aproveita ainda a partilha dos seus desafios pessoais para falar de como a tecnologia tem concentrado a influência e poder na sociedade em grandes empresas, como a que lidera, e não nas pessoas.

Logo após o anúncio do fundador do Facebook, as críticas não se fizeram esperar.

"As pessoas - que antigamente olhavam para a tecnologia como meio descentralizador - agora acreditam que a tecnologia centraliza".


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