Produção industrial variou 0,2% em novembro — IBGE

O dado foi divulgado nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. E, em 12 meses, a alta é de 6,5%. O setor de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal cresceu 1,9%, após recuo de 10,3% nos meses de setembro e outubro.

Celulose, papel e produtos de papel: 2,3%.

Segundo o IBGE, entre as categorias, a de Bens de Consumo Duráveis registrou aumento de 2,5 por cento em novembro sobre o mês anterior, enquanto bens intermediários subiram 1,4 por cento. Foi a sétima taxa positiva consecutiva nessa base de comparação e a maior para novembro desde 2010, quando o avanço havia sido de 5,3%.

Média móvel trimestral varia 0,3%.

Em relação aos bens de capital, a pesquisa indicou estabilidade em novembro, frente a outubro.

Por outro lado, a categoria de Bens de Capital, uma medida de investimento, interrompeu a série de resultados positivos que vinha desde abril e mostrou estagnação. O segmento de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,8%) permaneceu com a trajetória descendente iniciada em agosto de 2017.

O Índice de Preços ao Produtor, que mede a variação de preços dos produtos na porta das fábricas, registrou inflação de 1,47% em novembro de 2017. Quando comparado a novembro de 2016, o avanço é de 8,1%.

Quatro atividades tiveram deflação (queda de preços), com destaque para as indústrias extrativas e farmacêutica. Já em 12 meses, o avanço foi de 2,2%, o melhor resultado desde setembro de 2013, quando o crescimento havia sido de 2,3%.

Outras contribuições positivas relevantes sobre o total nacional vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (19,6%), de metalurgia (3,7%), de produtos alimentícios (1,0%), de produtos de borracha e de material plástico (4,2%), de máquinas e equipamentos (2,9%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,8%).


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