Mexia e Luís Amado deverão assumir liderança da EDP até 2020

Mexia está há 11 anos à frente da EDP e, nos últimos meses, chegou a ser colocada em causa a sua continuidade depois de ter sido constituído arguido na investigação do Ministério Público aos contratos entre o Estado e a EDP sobre rendas garantidas (os chamados CMEC), juntamente com Manso Neto, mas a China Three Gorges sempre reiterou "total confiança" em António Mexia.

António Mexia é o nome proposto para presidente do Conselho de Administração Executivo da EDP - Energias de Portugal, revela um comunicado da empresa enviado na noite de segunda-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Ao que tudo indica, continuará então na liderança da elétrica.


Já Luís Amado, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, é o nome proposto para presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP. É o único executivo que não será reconduzido na assembleia geral de 5 de abril.

A EDP considera ainda necessário, para cumprir a lei, "dispor de maior flexibilidade no que respeita ao número de membros que integra o Conselho de Administração Executivo da EDP" e, por isso, considera adequado alargar esse número de oito para nove membros, o que implica uma alteração aos estatutos da sociedade.

O conselho de administração executivo da EDP sublinha que são "personalidades de reconhecida competência na área da defesa do Ambiente".


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