Cresce o número de empregos no Brasil, mostra Caged

O principal deles foi o da indústria de transformação, que apresentou acréscimo de 49.500 postos.

Em Franca o setor que mais empregou foi o da indústria de transformação, que criou 1785 postos de trabalho, 71% de todas as oportunidades da cidade.

Pelo Caged, o setor da indústria de transformação conta com 12 subsetores e todos eles tiveram um desempenho positivo no mês. A atividade fechou 48.747 postos com carteira assinada. Com esse desempenho, o saldo do Caged em 12 meses ficou positivo após três anos de fechamento líquido de postos com carteira de trabalho.

Além da indústria da transformação, os setores de serviços, construção civil e agropecuária foram destaques em janeiro.

Por região, o Sul foi o que teve melhor desempenho: 46.754 novos postos.


Outro resultado positivo veio do setor de serviços, que abriu 579 postos de trabalho no Estado, fruto da admissão de 13.623 profissionais e demissão de outros 13.044 trabalhadores. O resultado foi puxado pelas contratações na área de comércio e administração de imóveis, com 22.926 novos postos. Boa parte das vagas foi gerada pelo setor de cultivo de soja, uma das mais relevantes no país. Juntos, os dois setores comandaram as contratações no primeiro mês do ano. O resultado foi influenciado pelo subsetor do comércio varejista, com saldo negativo de 52.520 postos formais.

Das cinco regiões do país, três apresentaram saldos positivos no emprego. Em segundo lugar ficou o Sudeste, com 21.924 vagas formais e, o Centro-Oeste, 20.421. O Nordeste e o Norte tiveram desempenhos negativos (-6.035 e -5.242 postos, respectivamente).

O Ministério do Trabalho informou também que, em janeiro, o salário médio real de admissão foi de R$ 1.535,51 e o salário médio de demissão, de R$ 1.636,41 em janeiro. O estado é seguido pelo Rio Grande do Sul (17,8 mil), Santa Catarina (17,3 mil) e Paraná (11,6 mil).

Os menores saldos de emprego ocorreram no Rio de Janeiro (-9.830 empregos), Pernambuco (-4.837), Pará (-4.081), Paraíba (-3.255) e Alagoas (-2.189). Em relação ao mesmo período de 2017, o ganho real foi de R$ 20,12 (+1,33%) para o salário de admissão e de R$ 11,00 (+0,68%) para o de desligamento.

Em termos reais, houve crescimento de R$ 54,10 (+3,65%) no salário de admissão e queda R$ 63,09 (-3,71%) no salário de desligamento, em comparação aos pagos em dezembro passado.


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