Ministro anuncia concursos para contratar mil novos policias federais e rodoviários federais

Na cerimônia de posse de Jungmann, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse que vai dar celeridade à tramitação da MP. Faria também defende maior cooperação entre União e estados no tratamento da segurança pública e reivindica uma norma jurídica única no país para garantir essa integração. Segovia - pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann; o discurso preconceituoso e grosseiro do mesmo titular da nova pasta; a primeira atitude do interventor militar na segurança do Rio, que começou disciplinando a imprensa na coletiva; a nomeação por Temer do general Joaquim Silva Luna como ministro da Defesa no lugar de Jungmann; Fernando Henrique dizendo no Forum A Reconstrução do Brasil do Estadão que governos fracos nomeiam militares; Nelson Jobim, Eros Grau e Joaquim Falcão culpando os excessos da Constituição vigente pelas frequentes crises institucionais no País; a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pedindo ao STF que autorize a investigar Temer em suposta propina da Odebrecht paga a Padilha e Moreira Franco; e a Câmara dos Deputados abrindo processo por quebra de decoro contra Maluf, Lúcio Vieira Lima, Celso Jacob e João Rodrigues.

O concurso para a contratação dos 1.000 policiais federais ainda não possui data definida, mas deve ocorrer ainda este ano.

O número de policiais que atuam em postos de fronteira será duplicado. Segundo ele, serão mais de 300 agentes.

O ministro prometeu reforçar a área de combate aos crimes de corrupção, com a realocação de 20 delegados da Polícia Federal para o setor. "Os três grandes centros de gastos que temos nos estados na área social são saúde, educação e segurança".

Na Polícia Rodoviária Federal, será fortalecido o programa Alerta Brasil, que funciona com videomonitoramento. O objetivo é colocar 2.000 policiais a mais nas rodovias com a compra de parte das folgas. O ministro disse que os presídios não podem "serhome-offices do crime".

O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (1º) uma linha de crédito para reequipar as polícias estaduais. Com isso, o governo pretende conjugar esforços para estabelecer "uma política efetiva de segurança nacional", nas palavras de Raul Jungmann, ministro designado para a nova pasta.

"Queremos policiais nas ruas, não como acontece no Rio de Janeiro, em que mais de 2500 policiais estão em atividades de outros órgãos, realizando outro tipo de atividade que não nas ruas”, afirmou".

"Que os senhores, nos respectivos Estados, possam reunir as entidades todas, a partir do Ministério Público local, a partir do Tribunal de Justiça local, do Judiciário local e, ao mesmo tempo, reunindo a sociedade, as entidades representativas da sociedade, para que todos possam mobilizar-se em favor da segurança pública", disse Temer.

Depois da intervenção do governo federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, o presidente Michel Temer anunciou a criação de um ministério específico para cuidar da segurança. "São ações emergenciais e que serão sequenciadas continuamente", afirmou. Questionado sobre a operação Lava Jato, afirmou que ela terá "todo o apoio em todas as suas necessidades".

"A segurança é mesmo uma questão nacional e quero dizer que em Mato Grosso temos feito o dever de casa, já são mais de 3.660 homens e mulheres na Segurança Pública e temos visto os índices de criminalidade diminuir".


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