Itália: 19,38% dos eleitores votaram até às 12h00

O nome de Tajani não recolhe a unanimidade no seio da coligação, uma vez que Salvini quer ficar à frente da Forza Italia e reclamar para si a chefia do Governo, enquanto a dirigente da Fratelli de Itália pretende uma mulher no cargo.

Este é o momento em que Berlusconi é interrompido.

Por conta de uma condenação por fraude fiscal, Berlusconi não poderá assumir nenhum cargo público até 2019.

Em Palermo houve um erro nos boletins de voto que causou atrasos e obrigou alguns eleitores a aguardar para votar: Em 200 mil boletins de voto alguns nomes dos candidatos não estavam corretos. De acordo com as últimas pesquisas, a coalizão de centro-esquerda possui cerca de 23% das intenções de voto.


A falha foi descoberto durante a madrugada e a delegação do governo decidiu reimprimir todas, mas não chegaram a tempo em vários centros de votação e muitos cidadãos que tinham chegado aos locais no começo da manhã tiveram que esperar. Nas eleições passadas, em 2013, o Partido Democrático havia conseguido uma maioria na Câmara dos Deputados, mas não no Senado.

Mais de 46 milhões de italianos vão hoje a votos nas eleições que servirão para eleger os 630 deputados e 315 senadores gerais.

O novo sistema em vigor em Itália é uma mistura entre os sistemas proporcional e maioritário, fazendo com que, para ter maioria no parlamento, um partido ou coligação precise de 40% dos votos, segundo uns especialistas, ou 45%, segundo outros. Dessa forma, os 28% de intenção de voto para o 5 Estrelas, calculados pelo instituto YouTrend, perdem para os 36,8% da coalizão de centro-direita formada pelo Força Itália, do ex-primeiro ministro Silvio Berlusconi, pelo Liga Norte e o Irmãos da Itália.


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