'Só tenho dinheiro para o básico', diz Maia sobre campanha à Presidência

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, anunciou hoje (6) o repasse de R$ 230 milhões para o Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Afirmou que o sucesso da economia brasileira - retratado na melhora do mercado de trabalho, por exemplo - "ficou na conta" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto que a piora "ficou na conta do governo Temer".

Ainda segundo o presidente da Câmara, é necessário que os candidatos saibam realizar uma campanha enxuta.

Participar de uma aliança com o PSDB para perder pode ser uma decisão política, mas, neste momento, em que a eleição está aberta, com a rejeição ao PSDB que inviabiliza seu candidato de vencer, não tentar construir outro projeto que represente um novo ciclo seria negligência política da nossa parte. "As pesquisas mostram uma rejeição contra esses partidos", declarou. "Tem que olhar para essa juventude abandonada que precisa ser recuperada pela sociedade", disse.


Rodrigo Maia deu uma entrevista aos jornalistas Daniel Carvalho e Marina Dias da Folha de S.Paulo na véspera do lançamento de sua pré-candidatura. "Ele falou como pai, com preocupação de pai, sobre um movimento de um partido que nunca concorreu à Presidência", minimizou.

"Tenho muitas dúvidas sobre a vitória do PSDB nas eleições", disse. Pelo texto aprovado em congresso da legenda, em Brasília, caso o partido opte por apoiar algum candidato de fora, terá de ser um nome do campo de esquerda. "No Brasil de hoje, ainda, isso é uma infelicidade, uma tragédia, são mulheres que sofrem abuso, violência, dentro dos seus próprios lares", disse.


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