PDT lança pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência

Em evento na sede nacional do PDT, o ex-ministro Ciro Gomes lançou, nesta quinta-feira, pré-candidatura ao Planalto dizendo que vê "crescer nas costas uma responsabilidade muito grande" depois de ter "ajudado o Lula por 16 anos".

Apesar do lançamento nesta quinta, Joe já era tratado pelo PDT como pré-candidato ao Buriti desde que a legenda deixou a base de apoio do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), em outubro de 2017.

Do seu lado, o presidente do partido, Carlos Lupi, afirmou que a candidatura é irreversível.

Ciro é considerado um dos candidatos a herdar o eleitorado petista caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impedido de entrar na disputa. "Acho que o Lula nesse processo foi injustiçado e machuca vê-lo sofrer".


Ciro admitiu que Fernando Haddad é um quadro respeitável, que seria um vice dos sonhos, mas lembrou que ele é do PT e disse que seria desrespeitoso querê-lo como vice se o seu partido terá candidato próprio. O ato contou com a presença do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que também formalizou a pré-candidatura ao Palácio do Planalto. Problema deles", afirmou. "Mas eu vejo, no momento, em essas cinco candidaturas. O presidenciável disse que a prioridade do seu governo, se ganhar as eleições, é superar a desigualdade e a miséria. "O Brasil precisa retomar o desenvolvimento".

Aos jornalistas, Ciro Gomes também fez críticas à intervenção federal na área de segurança no Rio de Janeiro.

Questionado se teria "morrido pela boca" em outras campanhas, Ciro disse que não foi o caso, mas lamentou comentário que fez na campanha de 2002. "Estamos trabalhando na busca de novos parceiros e alternativas que sejam viáveis e o Ciro consegue materializar tudo isso", declarou.

Para o deputado estadual Sérgio Aguiar, o eventual impedimento de Lula "abre um leque de oportunidades para Ciro".


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