Polícia manda prender presidente do PAOK, e futebol é suspenso na Grécia

Um dia depois de Ivan Savvides, presidente do PAOK, invadir armado o gramado do estádio Toumbas, em Thessaloniki, o futebol no país parou.

O caso que envolveu o dirigente surgiu quando a sua equipa viu um golo anulado, em tempo de descontos, tento que garantiria o triunfo e a liderança do PAOK.

O zagueiro cabo-verdiano Fernando Varela balançou as redes, a favor do time do lateral-direito Léo Matos, ex-Flamengo, do lateral-esquerdo Márcio Azevedo, ex-Botafogo, e do volante Maurício, ex-Fluminense.

De acordo com a mídia local, o dirigente tem licença para o porte de arma. Enquanto isso, os jogadores do AEK partiram para o vestiário, temendo um conflito maior. As cenas que vimos causam danos ao futebol grego. Ao jornal "Russia Sport Express", a assessoria de Savvidis declarou que ele "não ameaçou ninguém com uma pistola" e que "carrega uma arma porque tem permissão para fazê-lo".

Posteriormente, via Twitter, o PAOK divulgou que o árbitro decidiu validar o gol e que a informação constaria na súmula. "Não permitiremos que se volte à situação anterior, inclusive se isso supõe um custo político para o Governo", disse.

Vassiliadis acrescentou também que o governo entrou em contacto com a UEFA, que ainda não se pronunciou sobre a questão.

A polícia grega emitiu uma ordem de detenção contra Savidis e os seus quatro guarda-costas.

Há dois anos, o Campeonato Grego também precisou ser interrompido por conta de uma briga entre torcedores do Panthinaikos e do Olympiacos.

O presidente do PAOK, Ivan Savvidis, é um dos homens mais ricos da Grécia.


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