Apple apresentou um "novo" iPad

A empresa também pretende desenvolver versões de sua suíte de aplicativos iWork para escolas. Este novo dispositivo tem como objectivo fazer frente aos Chromebooks da Google que já invadiram algumas salas de aulas.

O iPad inovador da Apple conta com realidade aumentada, na forma do ARKit. O tablet, no entanto, não sairá de fábrica com a caneta Apple Pencil. A grande novidade é uma atualização do processador para o A10 e o suporte ao Apple Pencil, como o iPad Pro.

A empresa aproveitou ainda para anunciar novas versões dos programas Pages, Numbers e Keynotes, que agora suportam o Apple Pencil.

E se já está a perguntar-se pelo nome deste dispositivo, não tem que saber, é só mesmo iPad. O chipset de 64 bit deverá garantir 40% mais desempenho ao nível do processamento e 50% de poder gráfico, comparativamente à versão anterior. Para além disso, traz ainda um ecrã Retina e promete uma autonomia de 10 horas. Quanto ao seu peso, a Apple afirma que é apenas de cerca de 500gr. Além de receber um upgrade gratuito para 200GB de armazenamento no iCloud para cada aluno, as escolas que adotarem o iPad no currículo também terão acesso ao novo app Classroom no Mac, que replica o app de gerenciamento já presente no iPad. Aqui no Brasil, o tablet estará disponível para compra entre abril e maio. Ele custa R$ 2,5 mil. Se o consumidor quiser conexão LTE, o preço salta para R$ 3,2 mil. O modelo de 120 GB custa R$ 3 mil com conexão Wi-Fi. O tablet custa 369,00 euros em Portugal, mas se fores estudante podes tê-lo por 354,04 euros.

Ainda não há previsão de quando o novo iPad vai começar a ser distribuído entre os compradores brasileiros. Outra novidade é que o produto também é compatível com a caneta interativa-mais barata-da Logitech, chamada Crayon, que tem preço sugerido de 49 dólares.


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