Barroso atende a pedido de Dodge e revoga prisões da Operação Skala

O Ministério Público Federal informou que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o cumprimento de mandados de prisão temporária e busca e apreensão no inquérito dos Portos.

Na operação de hoje, batizada de Operação Skala, foram presos o advogado José Yunes, o presidente da empresa Rodrimar, Antônio Celso Grecco e o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, bem como o coronel da PM da reserva, João Baptista de Lima Filho (o coronel Lima).

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), como justificativa para o pedido, Raquel Dodge explicou que as medidas cumpriram o objetivo legal.

Ao contrário do que sugeriu o ex-chefe da PGR, contudo, as conduções coercitivas, quando os investigados são levados obrigatoriamente pela polícia a prestar depoimento, não eram uma opção à Operação Skala.


Os três sócios do Grupo Libra - Rodrigo Borges Torrealba, Ana Carolina Borges Torrealba Affonso e Gonçalo Borges Torrealba -, que estavam no exterior e não e entregaram, mostraram disposição de se se apresentarem à autoridade policial quando retornarem ao país.

Integrantes da PGR acompanharam depoimentos colhidos dos três presos.

As prisões se deram na última quinta (29) e tinham prazo até a próxima segunda (1º).

Os advogados de defesa Mauricio Silva Leite e Cristiano Benzota avaliam que foi de extrema importância a decisão que revogou a prisão do Sr. Ele também disse que as defesas teriam acesos ao inquérito quando as diligências sigilosas fossem encerradas. Dentre os nove presos estão aliados e amigos íntimos de Michel Temer. Sem citar Dodge nem Barroso, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República criticou as prisões. Repetem o enredo de 2017, quando ofereceram os maiores benefícios aos irmãos Batista para criar falsa acusação que envolvesse o presidente.


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