Veículo envolvido em acidente fatal estava em modo semiautônomo — Tesla

A Tesla, fabricante de viaturas eléctricas, disse que o sistema 'autopilot' (piloto automático) foi accionado antes o acidente que matou um homem na Califórnia.

Com o aspeto de um "take" de agência noticiosa, a mensagem de Elon Musk adiantava que "apesar de esforços intensivos para angariar dinheiro, incluindo uma venda, em desespero, de Ovos da Páscoa, lamentamos noticiar que a Tesla está completa e totalmente falida".

Em comunicado divulgado no último sábado (31/3), a empresa de Elon Musk explicou que o motorista, Walter Huang, pôs as mãos no volante apenas seis segundos antes do acidente, por isso não conseguiu evitar que o veículo se chocasse.

O condutor, de 38 anos, acabou por morrer num hospital próximo, após a colisão.


Esta queda das ações, além de poder ser uma resposta dos investidores, está também relacionada com o atropelamento mortal que envolveu um Tesla Model S que, soube-se entretanto, estava em piloto automático. O motorista tinha "cerca de cinco segundos e 150 metros de visão desobstruída" da barreira de concreto que separava as pistas.

A Tesla acrescentou que a razão pela qual o automóvel autônomo sofreu um dano tão grande foi o fato de a barreira da pista ter sido danificada em um acidente anterior sem ser substituída.

A morte é a primeira registrada em um veículo deste tipo da Tesla, o que por si só já seria tema para muitos debates sobre a segurança de carros autônomos. No dia das mentiras, o CEO da Tesla, Elon Musk, deu a entender que a empresa de tecnologia estava na falência.


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