Acusado de homicídio doloso, cunhado de Ana Hickmann é absolvido

Gustavo Corrêa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann, foi absolvido da acusação de matar Rodrigo Augusto de Pádua, que se dizia fã da artista, em caso ocorrido em maio de 2016. Gustavo foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

Após investigar o caso, a Polícia Civil pediu o arquivamento do inquérito, mas o Ministério Público denunciou Corrêa.

De acordo com o Fórum Lafayette, a juíza se baseou em relatos de envolvidos e em uma gravação de áudio feita por celular dos acontecimentos no hotel para inocentar o cunhado da apresentadora.

A magistrada considerou que Correa agiu em legítima defesa. Segundo ele, Corrêa atirou três vezes na nuca de Pádua depois de já tê-lo dominado, o que pode ser caracterizado como uma execução. Ele respondia acusações de homicídio doloso (quando há intenção de matar) contra o homem que invadiu armado o quarto de hotel onde estava a apresentadora.


Gustavo Bello Corrêa, mais conhecido como 'o cunhado de Ana Hickmann', recebeu uma ótima notícia nesta terça-feira.

E acrescentou, salientando que ainda não está totalmente livre de ser condenado no caso: "A situação é bizarra e absurda, como eu já disse. Não me arrependo de nada, não me arrependo do que eu fiz, faria tudo de novo".

Em um vídeo publicado no Instagram, Gustavo comemorou: "Graças a Deus tem muita gente me apoiando". Não consigo atender todo mundo.

"Se o acusado Gustavo efetuou um ou três tiros, tal questão é resolvida com o conhecimento pacífico e indiscutível de que a legítima defesa não se mede objetivamente, pois, a pessoa que luta por sua vida, desfere tantos tiros quanto sua emoção no momento, ou mesmo seu instinto de preservação, demonstram ser necessários", pronunciou a magistrada em sua decisão. "Portanto, diante do conjunto probatório, entendo que a ação do acusado gravita na órbita da legítima defesa, uma vez que, diante da situação supramencionada, o réu se deparou com uma situação que colocava em risco a sua própria vida e a vida de terceiros que estavam presentes no local", disse na decisão. "Esse episódio não acabou, mas a gente tem um céu azul pela frente", afirmou.


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