Manifestantes jogam tinta vermelha no apartamento de Cármen Lúcia

O prédio recebeu várias pichações com os nomes "Golpista" e "Lula Livre", assim como foram jogadas várias bombas de tintas na cor vermelha, que destruiu a fachada do prédio da ministra. No prédio do Ministério Público Estadual, o grupo pichou "Moro, juiz dos ricos".Eles também estenderam um banner com uma foto do presidente Michel Temer, da ministra Carmén Lúcia e a frase "Com o Supremo, com tudo". "Assistimos essa semana que o Supremo é tão golpista quanto Temer", disse. Os dizeres fazem referência à gravação do senador Romero Jucá de que o impeachment de Dilma Rousseff seria parte de um "pacto entre instituições" para interromper a Operação Lava-Jato. As pichações atingiram até terceiro andar do edifício, não atingindo o apartamento da magistrada, que fica no último pavimento. A PM mineira não divulga estimativa de participantes dos protestos. "Foi um ato covarde e estúpido", disse.

Vitor Ferreira, de 60 anos, conta que os manifestantes só saíram do local após a chegada da Polícia Militar.

Quintão destaca que ação foi um "atentado à democracia". Com a decisão, o petista poderia ter a prisão decretada a qualquer momento.

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), principal entidade da categoria, afirmou em nota que "não se pode admitir" o ataque realizado contra o prédio de Cármen Lúcia.


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