Crise faz renda do brasileiro encolher em 2017, aponta IBGE

Em 2017, houve queda de 0,56% no rendimento de todas as fontes, que inclui além dos salários, aposentadorias, pensões, benefícios sociais como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC), passando de R$ 2.124 em 2016 para R$ 2.112 em 2017.

A pesquisa verificou estabilidade na desigualdade de renda no país.

O Índice de Gini - indicador que mede a desigualdade de renda - referente ao rendimento médio real domiciliar per capita manteve-se em 0,549 em 2017. RendimentosEm 2017, o país tinha 207,1 milhões de habitantes. A diferença persiste porque há, no Brasil, como em outras partes do mundo, maior rendimento para aqueles que tem nível superior. Assim como no ano anterior, os 10% mais ricos concentraram em 2017 43% da massa de rendimentos do país, que somou R$ 263 bilhões. O indicador aponta que quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade de renda.

"O grande destaque dessa divulgação é que o Brasil continua um país desigual". No sentido contrário, o menor ganho é observado no Maranhão, com R$ 1.226 por mês.

Metade das 26 lavouras/safras pesquisadas pelo IBGE deverá ter queda no ano.


Apesar da crise, o percentual de domicílios brasileiros que recebem o programa Bolsa Família caiu para 13,7% em 2017, ante 14,3% no ano anterior. As regiões Norte (R$ 810) e Nordeste (R$ 808) apresentaram os menores valores e a Região Sul, o maior (R$ 1.567).

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A outra metade dos produtos deverá ter aumento na safra, entre eles cevada (29,9%), café arábica (16,7%), café canephora (7,6%), a segunda safra de feijão (11,5%), algodão herbáceo (15,3%), trigo (31,2%) e mandioca (1,7%).

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