Produção industrial cresce em seis locais pesquisados

Amazonas (de 6,1% para 6,9%), Mato Grosso (de 3,0% para 3,6%), Bahia (de 0,0% para 0,5%), São Paulo (de 3,9% para 4,4%), Pernambuco (de -2,3% para -1,8%) e Ceará (de 2,7% para 3,1%) tiveram os maiores ganhos entre janeiro e fevereiro de 2018. Goiás (0,0%) repetiu o patamar registrado no mês anterior. No Brasil, houve crescimento de 2,8% na mesma base de comparação, puxada pelo avanço da produção industrial em 9 dos 15 locais pesquisados, acompanhando o movimento de avanço na produção.

As principais altas foram no Paraná (3,3%), na Região Nordeste (2,6%), em Pernambuco (1,3%) e Rio de Janeiro (1,2%).

A produção da indústria cresceu 0,2%, em fevereiro deste ano em relação a janeiro, porém teve queda em oito dos 15 locais pesquisados, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Também houve queda na produção em Minas Gerais (-2,8%), no Espírito Santo (-1,1%), no Ceará (-0,7%), em São Paulo (-0,5%) e no Rio Grande do Sul (-0,1%).


Na comparação com fevereiro do ano passado, a indústria cresceu em nove locais, com destaque para o Amazonas (16,2%), e caiu em seis. Dois locais caíram: Pernambuco (-1,8%) e Espírito Santo (-0,4%). Os maiores recuos ocorreram em Minas (6,4%), e Espírito Santo (6,3%).

Na comparação entre o acumulado de janeiro-fevereiro de 2018 e o último trimestre de 2017 (ambas as séries sem ajuste sazonal), nove dos quinze locais pesquisados tiveram perda de dinamismo, com destaque para Mato Grosso (de 11,8% para -1,0%), Goiás (de 10,6% para -0,4%), Espírito Santo (de -2,2% para -7,8%), Pará (de 11,1% para 7,2%), Rio de Janeiro (de 7,8% para 4,1%) e Paraná (de 2,4% para -0,9%). Mais uma vez, o Amazonas teve o maior crescimento (24,5%).

Outro destaque positivo foi a região Nordeste, com alta de 2,6%, após acumular baixa de 2,9% desde setembro de 2017.


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