Goiás receberá 648 mil doses da vacina contra H1N1

O principal motivo dessa antecipação é evitar uma epidemia no Estado. As medidas de prevenção para o H3N2 são as mesmas que os outros tipos de influenza.

Nesta segunda-feira (9/4) o Ministério da Saúde informou que as doses para a Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza podem chegar a qualquer momento e, com isso, serão enviadas aos estados que terão autonomia para antecipar, ou não, a ação.

De acordo com o Ministério da Saúde, os principais grupos de risco da gripe H1N1 são grávidas, crianças, idosos e doentes crônicos.

Segundo as informações a que o Nova News teve acesso junto à Secretaria Municipal de Saúde, a incidência da doença agora em 2018 requer atenção especial devido à circulação de um novo vírus da influenza.

"Estamos qualificando profissionais de saúde sobre a aplicação correta do protocolo de tratamento e disponibilizando leitos de enfermaria e de UTI para os casos mais graves".

A influenza se dá por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com boca, olhos e nariz.


São febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Falta de ar, febre por mais de três dias e dor muscular intensa podem ser sinais do agravamento do quadro.

Cuidados simples para evitar a doença: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

Somente este ano foram registrados 228 casos de influenza em todo o País, sendo 17 na Bahia. No mesmo período, foram 28 óbitos, sendo 4 em Goiás.

Segundo o Núcleo Regional de Saúde, os casos suspeitos da gripe foram notificados entre 1º de fevereiro e o dia 10 deste mês. Ao contrário do ano passado, o vírus da H1N1 começou a circular no Estado com casos registrados e acende o sinal vermelho para o risco de uma nova epidemia.

Segundo a Sesab, até março foram notificados 78 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na Bahia, com oito óbitos, entre eles 16 casos foram confirmados para influenza.


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