São Paulo empata sem gols com o Rosario Central, na Argentina

O jogo ficou mais nas provocações entre os jogadores do que com a bola rolando e o árbitro encerrou o duelo. Os argentinos chamaram os são-paulinos de "macacos", gritavam "banana" e fizeram gestos racistas.

ROSARIO CENTRAL: Ledesma; Nahuel Gómez, Tobio, Cabezas e Parot; Maxi González (José Fernández, aos 38'/2ºT), Carrizo, Joel López e Lovera (Joaquín Pereyra, aos 28'/2ºT); Zampedri e Marco Rúben (Herrera, aos 28'/2ºT). O sistema com três zagueiros, escolhido para fortalecer a defesa e desafogar as laterais, funcionou. Por sua vez, Ceará e Corinthians conquistaram o bicampeonato em 2018, enquanto Atlético-PR (2016), Bahia (2015), Botafogo (2013) e Cruzeiro (2014) voltaram a ser campeões.

No último treino para encarar o Rosario, o elenco fez uma atividade para aprimorar a forma física com a preparação e depois realizou uma série de ajustes táticos sob o comando do treinador uruguaio, que mais uma vez mostrou os pontos fortes do adversário, simulou situações de jogo e depois promoveu um trabalho técnico.

Três minutos depois, o São Paulo teve sua maior chance no jogo.


Depois de uma semana, o São Paulo volta a campo.

"Se o jogador não tiver confiança, é difícil". Na etapa complementar acabou tendo um expulso, depois de Carrizo fazer falta em Militão. O time argentino passou sufocou nos minutos finais, mas conseguiu poucas chances reais.

SÃO PAULO: Sidão; Militão, Rodrigo Caio e Arboleda; Régis (Bruno Alves, aos 21'/2ºT), Jucilei, Petros, Liziero e Reinaldo (Lucas Fernandes, aos 18'/2ºT); Nenê e Tréllez (Valdivia, aos 31'/2ºT).

Árbitro: Victor Hugo Carrillo (Fifa/Peru). Renda e público: não disponíveis. A última foi em 2004, pelo primeiro duelo das oitavas de final do torneio, contra o Rosario Central, que na ocasião venceu por 1 a 0. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.


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