Trump discute May resposta conjunta a suposto ataque na Síria

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, disse ao Congresso dos EUA nesta quinta-feira que acredita que houve um ataque químico na Síria e que Washington quer que inspetores sejam enviados ao local para coletar evidências, advertindo que esse trabalho fica cada vez mais difícil com o passar do tempo.

Trump condenou o que classificou como um "odioso ataque a inocentes" sírios em Duma, no início de sua reunião de gabinete na Casa Branca.

Já o presidente russo Vladimir Putin alertou contra provocações e especulações classificadas como inadmissíveis sobre o suposto ataque químico na Síria em uma conversa por telefone com a chanceler alemã Angela Merkel, indicou o Kremlin em um comunicado.


"Temos muitas opções, em termos militares, e divulgaremos em breve (a escolhida), provavelmente depois de agir", disse Trump aos jornalistas ao se reunir na Casa Branca com funcionários de alta patente do Pentágono para falar sobre a Síria.

Legisladores do Capitólio (sede do Congresso norte-americano) afirmaram que não irão votar uma autorização para um eventual ataque militar de retaliação dos Estados Unidos contra a Síria, evitando desta forma um debate antigo e complexo sobre qual deve ser o papel desempenhado pelo Congresso na política externa norte-americana, segundo noticiou hoje o jornal The Wall Street Journal.

Segundo os Capacetes Brancos, um grupo de socorro na zona rebelde, e a ONG médica Syrian American Medical Society (SAMS), o ataque que supostamente ocorreu no sábado teria deixado 48 mortos, uma informação que ainda não pode ser verificada por fontes independentes.


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