França promete se juntar aos EUA em resposta dura à Síria

O ministro das Finanças da Alemanha, Olaf Scholz, disse que as reformas da União Europeia propostas pelo presidente francês, Emmanuel Macron, devem ser discutidas antes das eleições europeias do ano que vem, mas acrescentou que algumas das medidas propostas não são viáveis.

"A nossa operação ficará limitada aos ataques contra instalações do governo sírio, que permitem criar e utilizar armas químicas", informou um comunicado do Palácio do Eliseu.

Para Emmanuel Macron, "os fatos e a responsabilidade do regime sírio" do ditador Bashar al-Assad no ataque químico que matou dezenas de pessoas no último dia 7 de abril em Duma, perto da capital Damasco, "não oferecem nenhuma dúvida".


A primeira ministra britânica Theresa May disse que o objectivo dos ataques não era o de provocar "mudança de regime" mas sim "degradar e dissuadir" o governo sírio de usar armas químicas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump falou com os líderes da França e do Reino Unido individualmente para discutir a operação militar conjunta na Síria.

"Deve ser encontrado um plano de saída da crise, com uma solução política, e estamos prontos para trabalhar nisso agora com todos os países que podem contribuir para esse processo", afirmou Jean-Yves Le Drian, adiantando que a França "retomará as iniciativas políticas" para obter o "desmantelamento do programa químico sírio" e fazer cumprir as resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre o cessar-fogo e o acesso da ajuda humanitária à população.


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