OPAQ: Peritos começam a investigar ataque químico no sábado

Donald Trump, presidente dos EUA, além de Theresa May, premiê britânica, e Emanuel Macron, presidente francês, discutem caso Sanders acrescenta que as autoridades americanas estão "continuando a avaliar a inteligência" e estão "engajadas em conversas com nosso parceiros e aliados".

Washington ameaçou na segunda-feira desencadear uma ação militar contra a Síria, numa resposta punitiva ao alegado ataque.

O Governo sírio tem negado qualquer ataque com gás venenoso em Douma, o último bastião rebelde desta região dos arredores da capital e hoje convocou a OPAQ para uma investigação "com total transparência e assente em provas credíveis e tangíveis".

Essa decisão está sendo consultada com a França e o Reino Unido; que também insistiram na terça-feira, no Conselho de Segurança convocado de urgência por este caso, na necessidade de atuar; uma vez que a Rússia não permite ações respaldadas por esse organismo da ONU.

O presidente sírio, Bashar al-Assad, disse hoje que as ameaças ocidentais de ataques à Síria se baseiam "em mentiras" e visam desvalorizar os ganhos recentes das suas forças nos arredores de Damasco.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos apontou que os soldados leais ao Governo sírio estão esvaziando os aeroportos e as bases mais importantes, enquanto continuam em estado de alerta, em cumprimento das ordens de seu comando.

Ela e seus secretários de governo chegaram à conclusão de que é "vital" que o uso de armas químicas seja desafiado e "não passe em branco".

A Sociedade Médica Síria Americana (SAMS, por sua sigla em inglês) e a Defesa Civil da Síria; ambas organizações apoiadas pelos EUA, asseguraram que pelo menos 42 pessoas morreram no sábado com sintomas de ter sofrido um ataque com substâncias tóxicas.


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