Inglaterra também anuncia ataque à Síria

O líder da oposição, Jeremy Corbyn, criticou a primeira-ministra Theresa May por não consultar o parlamento antes de permitir que os militares britânicos se juntassem aos EUA e à França na realização de ataques aéreos coordenados na Síria.

Na noite da sexta-feira (13), o Reino Unido, juntamente com a França e os Estados Unidos, lançou ataques contra vários alvos na Síria em resposta ao suposto incidente químico no subúrbio de Douma em Damasco.

Já a Rússia afirma que as acusações de uso de armas químicas em Duma pelo regime de Al Assad são uma tentativa de justificar uma intervenção militar na Síria e alertou que as consequências de um ataque contra o país serão graves.

"O Reino Unido tem permissão, sob a lei internacional, a título excepcional, para tomar medidas a fim de aliviar o enorme sofrimento humanitário", disse o comunicado.

"Não ficaremos parados enquanto civis inocentes, entre eles mulheres e crianças, são assassinados e obrigados a sofrer", completou.


"Não havia uma alternativa prática ao uso da força para reduzir ou impedir a utilização de armas químicas por parte do regime sírio".

Segundo a declaração do gabinete de May, todas as condições foram cumpridas.

Antes de autorizar as forças britânicas a intervir militarmente no conflito, a primeira-ministra disse que "todos os canais diplomáticos possíveis" tinham se esgotado.

"Trata-se de um ataque limitado e direcionado que não agrava ainda mais as tensões na região e faz que faz todo o possível para evitar mortes de civis".


Popular

CONNECT