Região tem cumprimento de mandados na Operação Prato Feito

Após o fim das ações da Operação Prato Feito na cidade, nesta quarta-feira (09), a Prefeitura de Sorocaba afirma em nota que Sorocaba foi incluída na Operação Prato Feito por manter contratos com empresas investigadas em outras cidades.

Além da residência do prefeito, outros três mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Paço. Lippi aponta que houve um inquérito instaurado pela Polícia Federal que investigou supostas irregularidades praticadas pela empresa prestadora de serviço durante os anos de 2010, 2011 e 2012, que acabou não encontrando nenhum tipo de irregularidade. "Também são alvo da PF e da Controladoria-Geral da União secretários municipais e lobistas". Os agentes cumpriram 154 mandados de busca e apreensão, além de afastamentos preventivos de agentes públicos e decisões de suspensão de contratação com o poder público referentes a 29 empresas e seus sócios. Por essa razão, segundo a assessoria do órgão, ele deverá ser indiciado por lavagem de dinheiro e permanece preso na carceragem do prédio.

O objetivo era desarticular cinco grupos criminosos suspeitos de desviar recursos da União destinados à merenda em municípios dos estados de São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal. Na cidade de Mauá, região metropolitana de São Paulo, os valores de R$ 588.417,00 e R$ 87.000,00 foram apreendidos em residências de políticos locais.


Empresários também foram presos em Mauá, com R$ 12.250,00; em Santo André, com R$ 34.250,00; em São Paulo, com R$ 30.000,00; e em Salvador, com R$ 17.000,00.

De acordo com a CGU, os demais municípios investigados são: Águas de Lindoia, Araçatuba, Barueri, Cosmópolis, Cubatão, Embu das Artes, Holambra, Hortolândia, Itaquaquecetuba, Jaguariúna, Laranjal Paulista, Mairinque, Mauá, Mogi Guaçu, Mongaguá, Monte Mor, Paulínia, Peruíbe, Registro, São Bernardo do Campo, São Paulo, São Sebastião, Sorocaba, Tietê, Várzea Paulista, Votorantim. Os contratos somam cerca de R$ 1,6 bilhão.


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