Um palestino morre por tiros israelenses na fronteira de Gaza

"Condenamos a terrível e letal violência em Gaza ontem, durante a qual 58 palestinos foram mortos e quase 1.360 manifestantes foram feridos a tiros real pelas forças de segurança israelenses", disse Colville.

"O Governo bolivariano expressa, uma vez mais, a absoluta condenação das ações do Governo norte-americano, em conjunto com a força ocupadora israelita, mergulhadas na ilegalidade e totalmente contrárias ao Direito Internacional, que anulam todas as resoluções relativas a este conflito e que minam os esforços para encontrar uma solução pacífica e justa".

O órgão da ONU exige mais uma vez investigações independentes e transparentes em todos os casos de morte e lesão desde 30 de março.

O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) também acredita que a transferência da embaixada dos EUA de Tel-Aviv para Jerusalém não esteja ligada à situação na Faixa de Gaza, apesar de que claramente não melhora a situação. O porta-voz observou que, até certo ponto, balas de borracha e gás lacrimogêneo deveriam ter sido consideradas como possibilidade na defesa.


Antes de retormar as manifestações, palestinos de reuniram em Gaza para os funerais das vítimas de segunda-feira, considerado o dia mais sangrento desde o início do movimento chamado "Grande Marcha para o Retorno", no final de março.

Imagens divulgadas por agências internacionais nesta terça-feira mostram novos protestos palestinos na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel e em territórios palestinos na Cisjordânia.

A meio da manhã, cerca de 200 palestinianos manifestavam-se junto ao posto de controlo de Beit El, nos arredores de Ramallah, onde se registaram confrontos com as forças israelitas, que causaram pelo menos cinco feridos a tiro, disseram fontes médicas à EFE. Além disso, ele pediu três dias de luto em território palestino fechando todas as lojas, escolas e estabelecimentos da região.

A situação na Faixa de Gaza será discutida pelo Conselho de Segurança da ONU no final desta terça-feira (15).


Popular

CONNECT