Vulcão havaiano Kilauea gera novas fissuras e teme-se mais erupções

Na sexta-feira (11), o presidente dos EUA, Donald Trump, desbloqueou o financiamento federal para o Havaí, fornecendo assistência federal e estadual às autoridades federais em seus esforços de recuperação nas áreas afetadas pela atual erupção.

Um alerta vermelho significa que "uma grande erupção vulcânica está iminente ou a ocorrer", indicou na terça-feira o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

Embora a atividade do vulcão Kilauea permaneça "muito variável", "a qualquer momento pode voltar mais explosiva, aumentado a intensidade de produção de cinza e produzindo projéteis".

Aqueles que moram próximos ao vulcão foram advertidos da possibilidade de terem que deixar suas casas com pouca margem de tempo ou imediatamente, sem aviso prévio.


A lava de uma grande fissura nova invadiu terras de cultivo seguindo rumo a uma estrada de terra litorânea que é uma das últimas opções de saída para cerca de 2 mil moradores do sudeste da maior ilha do Havaí. Até agora, foram já retiradas 1.700 pessoas que ainda não foram autorizadas a regressar a casa.

Além das cinzas, outra preocupação aos moradores da região é o dióxido de enxofre, já que, segundo a USGS, o gás está saindo de 21 fissuras, ou rachaduras no solo, causadas pelo vulcão.

Antes, a 30 de abril, uma das principais crateras do vulcão tinha abatido, fazendo deslocar o manto de magma para a zona oriental do Kilauea. Até agora, 40 casas ou edifícios foram destruídos pela lava.

Desde que o vulcão Kilauea entrou em erupção também já foram registrados dezenas de tremores, incluindo alguns com magnitude acima de 5.


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